The Basic Principles Of frases de superacao

Porta-voz da polícia de La confirmou que o cantor foi encontrado sem sinais de uso de droga ilícitaHá two dias

Muitos professores, principalmente do ensino elementary, alegam não se sentirem preparados e motivados para a docência de grupos tão diversificados como no caso da deficiência intelectual (CARVALHO, 2004; ROSSATO; LEONARDO, 2011). Entretanto, como bem apontado por Dias (2010), tanto o ensino standard em sala de aula comum quanto o AEE do aluno com deficiência intelectual não requerem uma abordagem pedagógica inteiramente nova e diferenciada.

• que promova não só a minimização das dificuldades, como o desenvolvimento de novas habilidades e o aperfeiçoamento de habilidades positivas que o aluno já possui. Vale destacar que comportamentos desejados (por exemplo, atenção, escrita, leitura, uso dos materiais escolares, participação nas brincadeiras) dos alunos com deficiência intelectual são favorecidos pelo convívio com modelos de comportamentos de alunos sem a deficiência.

A apresentação de uma síntese bibliográfica de um tema tão específico como a caracterização da deficiência intelectual, por si só, já é importante, bem como sua associação a práticas educacionais que viabilizem ações efetivas e evitem ações com forte potencial de prejuízo ou com efeitos insuficientes. A título de exemplo da importância de uma pesquisa bibliográfica, toma-se o desenvolvimento das atualizações semânticas, como no caso da terminologia da deficiência intelectual, que excluiu o uso do termo deficiência psychological com o propósito de evidenciar o déficit no nível cognitivo e minimizar a associação errônea com as doenças mentais (SASSAKI, 2005).

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• que estabeleça instruções diretas sobre comportamentos considerados adequados no ambiente escolar e social, possibilitando a aprendizagem de regras comuns para o convívio coletivo (por exemplo, conservação de objetos e do ambiente; silêncio em atividades comuns que o requerem). Algumas evidências sobre problemas de comportamento de crianças que possuem certo tipo de transtorno ou deficiência intelectual indicam a permissividade e até a indiferença de professores e pais em relação aos comportamentos considerados socialmente inadequados (sejam eles de aprendizagem ou psicológicos), o que geralmente ocorre por complacência (BANACO, 1997; SMITH; STRICK, 2008).

Por se tratar de um campo considerado distintivo, costuma-se supor o uso de procedimentos didáticos ditos especiais, o que de certa forma se deve a uma necessidade de caracterizá-los também pela diferença. A ideia de procedimentos didáticos especiais torna complexa a prática pedagógica junto ao aluno com deficiência, sendo que aí estão envolvidos os mesmos processos de aprendizagem - porém, em ritmo e grau inferiores. A inclusão escolar, nesse sentido, tem carecido mais de uma abordagem técnica do que de uma perspectiva reflexiva.

Nessa perspectiva, o presente estudo buscou elencar o máximo possível de informações que definem a deficiência intelectual - em seus âmbitos cognitivo, comportamental, emocional e social - , a fim de traçar direcionamentos pedagógicos que promovam a efetiva educação escolar.

Contudo, a determinação de incapacidade do sujeito dependerá da impossibilidade a que essa incapacidade get more info se refere, sendo ela uma condição e, portanto, goível de alteração.

Desse modo, o professor irá atualizando-se e aprendendo conforme cada caso (aluno) específico, uma vez que o aluno com deficiência intelectual é goível dos mesmos processos de aprendizagem que os alunos sem a deficiência.

O ensino especializado junto aos alunos com deficiência intelectual deve envolver benefícios que vão além do acréscimo dos conteúdos curriculares, tendo em vista ganhos educacionais; a maximização do desenvolvimento; a redução do isolamento, do estresse e da frustração que podem ser vivenciados pelo aluno e pela família; a independência e autonomia; a maior produtividade pessoal; e competências permanentes que reduzam futuras necessidades relativas a educação especial, cuidados com a saúde e reabilitação (BRASIL, 2006, 2007, 2010).

A partir da concepção estabelecida em Atendimento educacional especializado em deficiência psychological, de Batista e Mantoan (2007), o processo de conhecimento deve dar-se na dimensão subjetiva. Enquanto o conhecimento acadêmico refere-se à aprendizagem do conteúdo curricular, o AEE trabalha "a forma pela qual o aluno trata todo e qualquer conteúdo que lhe é apresentado e como consegue significá-lo" (p.

Para desenvolver o AEE, é imprescindível que o professor conheça o aluno e suas particularidades (para além de sua condição cognitiva). Ele então atua de modo a desenvolver competências que ajudem o aluno a ter autonomia intelectual e adaptativa (de convívio na comunidade).

Em confront de dificuldades muito individuais, o professor do AEE deve intervir imediata e consistentemente, objetivando não só a rápida aquisição de determinada competência, como também a capacidade funcional (que é mais permanente). Mesmo que os conteúdos do AEE não precisem ser relacionados diretamente com o ensino da sala de aula comum, é importante a interação entre os professores do AEE e da sala de ensino comum para uma maior efetividade do trabalho de ambos.

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